Curativo a vácuo: quando usar esse tipo de curativo?

curativo a vacuo

Foto: Enfermagem Novidade

Para usar um curativo a vácuo de forma eficaz e eficiente, você precisa cumprir alguns requisitos, como ter feito enxerto de pele, ter sofrido um acidente que resultou em queimaduras, feridas secas, feridas ortopédicas, lesão por pressão, etc.

Ou seja, esse método é a melhor opção para pessoas que demonstram grande dificuldades não apenas na cicatrização, mas que passam por essa situação delicada.

Quando você lê cada um desses “requisitos”, compreende que existe a possibilidade de complicações na recuperação, seja uma infecção ou falta de cuidado. Mas para você entender melhor esse processo, vem com a gente até o final desse texto!

Conhecendo um pouco mais sobre o curativo a vácuo

O processo do curativo a vácuo tem como propósito exclusivo de deixar um pouco mais confortável a situação de alguns enfermos, principalmente aqueles que sofrem acidentes que resultam em graves queimaduras. Nesse sentido, para evitar infecções e problemas maiores, é feito um curativo.

Contudo, o problema está no quotidiano, onde é necessário remover o curativo constantemente, que aliás, se mostra um processo dolorido, mas necessário para poder limpar as feridas.

Nesse processo, as dores tendem a se tornarem mais intensa, afinal, o curativo acaba se fixando de forma mais agressiva na pele ferida do paciente, o que na hora da troca dos curativos se mostra um processo muito dolorido, além de oferecer uma recuperação demorada que, no fim, acaba por desanimar o paciente.

Dessa forma, para proporcionar uma recuperação mais rápida como também um conforto melhor e maior para o paciente durante o processo de recuperação, o curativo a vácuo cumpre bem esse papel.

Aplicações do curativo a vácuo

Você conheceu um pouco mais desse processo no bloco anterior, contudo, é importante saber que a lista para qual o curativo a vácuo desempenha um grande papel é um pouco extensa.

Por isso, veja abaixo algumas das situações em que esse curativo a vácuo é perfeitamente aplicável, além de se mostrar a melhor forma de tratamento para situações como:

  • feridas pós-traumáticas e operatórias;
  • mediastinite;
  • queimaduras (como citado na introdução);
  • enxerto de pele;
  • feridas ortopédicas;
  • lesão por pressão;
  • feridas infectadas; e
  • tratamento de feridas diabéticas.

Existe mais algumas, porém, se continuarmos deixará a lista completamente longa. Contudo, esses são algumas das aplicações do curativo a vácuo e as situações onde ele pode auxiliar na recuperação que, aliás, é um ponto que trataremos agora! Isto é, entendendo o processo de atuação do curativo.

Entendendo o processo de atuação do curativo a vácuo

Em resumo, esse modelo de curativo reduz não apenas as dores, mas também os desconfortos sentidos pelos pacientes no decurso da recuperação.

Além de oferecer um método de recuperação muito mais rápido e eficaz, o curativo é formado por uma espuma elaborada de poliuretano. Essa espuma passa por ajustes de tamanho para se adequar a profundidade da ferida.

A espuma é selada por um filme que está ligada a uma bomba a vácuo que controla não apenas a graduação, mas também a frequência da sucção. Dentro dessa perspectiva, é nesse momento que entra a maior vantagem: a redução na troca dos curativos.

Sendo assim, essa redução influência na rápida cicatrização, afinal, as trocas são menores, o que aponta também para o número reduzido de exposição que oferecem infecção, que causam dor e desconforto.

Pressão negativa e efeitos positivos do curativo a vácuo

Temos certeza que a cada bloco você entende com mais profundidade como esse método do curativo a vácuo é algo que pode ser considerado revolucionário. Afinal, como visto no decurso do texto até o momento, ele tem benefícios e mais benefícios, que auxiliam na recuperação do paciente.

Esse procedimento do vácuo é conhecido também como pressão negativa. Ele recebe esse nome porque pressão negativa é o processo realizado pela espuma na ferida por mediação da bomba que faz a sucção.

Dessa forma, ele trabalha com o estimulo, ou seja, a sua proposta é fazer com que novos vasos sanguíneos sejam construídos. Com isso, ele aumenta o fluxo de sangue os tecidos que, por fim, favorece a cicatrização.

Sendo assim, todo esse processo influência no tempo de internação do paciente que passa a ser bem menor. Quer saber mais sobre o curativo a vácuo? Acesse o artigo Como funciona o curativo a vácuo e fique por dentro de tudo!

Este blog busca democratizar o conhecimento sobre feridas e os melhores curativos para tratá-las. Desde machucados corriqueiros até os mais graves. Nosso objetivo é proporcionar uma melhor qualidade de vida para todos.
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